Descrição
Albenir Itaboraí Querubini Gonçalves | Mateus George Silva | Rachel Vieira Pereira – Orgs.
ISBN: 978-65-5765-329-6 | 2026
272 p.
0.565 g.
R$149,70

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Albenir Itaboraí Querubini Gonçalves | Mateus George Silva | Rachel Vieira Pereira – Orgs.
ISBN: 978-65-5765-329-6 | 2026
272 p.
0.565 g.
Fundada em 2014, no Rio Grande do Sul, a União Brasileira dos Agraristas Universitários (UBAU) tem se dedicado a congregar
advogados de todo o Brasil com o fim de aprofundar e difundir o estudo do Direito Agrário. Foi com esse intuito que a Comissão Jovem da UBAU publicou em 2025 o livro Agronegócio sob a ótica jurídica: aplicações práticas do Direito Agrário, obra coletiva que reuniu
autores de diversas regiões do país para tratar de matérias expressivas e que se apresentam com frequência nos desafios diários daqueles
que se dedicam à advocacia aplicada ao agronegócio.
Diante do sucesso que a coletânea alcançou, chegando a diversos Tribunais Nacionais, servindo de base doutrinária para Advogados,
membros do Ministério Público, Juízes e outros profissionais do direito que atuam em áreas ligadas ao agronegócio, lançamos agora
o segundo volume, com novos assuntos, mas, com a mesma qualidade técnica e vigor que o tema exige.
Sabe-se que a atividade rural no Brasil é responsável por parcela notável do PIB nacional, gerando riqueza, empregos e recolhimento
de tributos para o funcionamento do Estado, de modo que suasrelações precisam estar juridicamente bem estruturadas e protegidas.
Artigos que tratam da insegurança jurídica face ao uso indevido de precedentes judiciais, planejamento sucessório para evitar a descontinuidade da atividade rural, mecanismos adequados de governanças, dentre vários outros assuntos se mostram de leitura
obrigatória, a todos que atuam ou pretendem atuar em favor da segurança jurídica do produtor rural.
A INSUFICIÊNCIA DO REGIME FALIMENTAR BRASILEIRO FRENTE À ATIVIDADE AGRÁRIA………………………………………………………………………………………………. 21
Laura Giuliani Schmitt | Luiza Negrini Mallmann
Introdução…………………………………………………………………………………………… 22
1.. O regime jurídico da falência do produtor rural e seus efeitos 24
1.1.. A falência do produtor rural na Lei n. 11.101/2005…… 25
1.2.. Efeitos da decretação da falência…………………………………….. 27
2.. A possibilidade de preservação da atividade agrária do falido 29
2.1.. Da função social da propriedade rural e do uso adequado da terra 30
2.2.. A preservação da atividade produtiva durante o processo falimentar 32
3.. Desafios jurídicos, econômicos e operacionais…………………….. 34
3.1.. Desafios jurídicos e econômicos………………………………………. 35
3.2.. Desafios familiares e operacionais………………………………….. 37
Conclusão ……………………………………………………………………………………………. 39
Referências………………………………………………………………………………………….. 41
A RELATIVIZAÇÃO DAS NORMAS COGENTES NOS CONTRATOS AGRÁRIOS: O USO INDEVIDO DE PRECEDENTES E A INSEGURANÇA JURÍDICA NO CAMPO…………………………………………………………………………………………… 45
Tiago Gubiani | Caroline Mendonça Bianchini
Introdução…………………………………………………………………………………………… 46
1.. O caráter cogente do regime jurídico dos contratos agrários…………………………………………….. 48
1.1.. A superação da autonomia da vontade clássica no Direito Agrário 50
1.2.. Função social da propriedade e tutela do cultivador direto………………………………………………… 51
2.. O uso indevido de precedentes e a relativização das normas agrárias 54
2.1.. O REsp 1.447.082/TO e sua moldura fático-jurídica….. 55
2.2.. Ementa, ratio decidendi e o erro de generalização jurisprudencial 57
2.3.. O distinguishing como exigência de integridade decisória em matéria agrária………………………… 59
3.. A insegurança jurídica no campo como efeito da flexibilização jurisprudencial……………………………. 61
3.1.. A criação de critérios jurisprudenciais não positivados 63
3.2.. Segurança jurídica, confiança e estabilidade da atividade rural 65
Conclusão…………………………………………………………………………………………….. 66
Referências …………………………………………………………………………………………. 68
REGULARIZAÇÃO DE IMÓVEIS RURAIS E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO: REFLEXOS NO ITR E NO GANHO DE CAPITAL……. 71
Luana Alves Miranda | Fabio Rogerio Corrêa de Lima
Introdução…………………………………………………………………………………………… 72
1.. Regularização de imóveis rurais: marco normativo e fragmentação cadastral…………. 75
1.1.. Titularidade, registro e georreferenciamento………………. 75
1.2.. A tríade cadastral: CCIR, CIB e CAR…………………………………. 77
2.. ITR: estrutura normativa e impactos da irregularidade fundiária 79
2.1.. Base constitucional e sistemática de apuração…………….. 79
2.2.. Inconsistências cadastrais e distorções na apuração…. 82
2.3.. Fiscalização, cruzamento de dados e malha fiscal………. 83
3.. Ganho de capital, vtn e planejamento tributário……………….. 85
3.1.. O VTN como custo de aquisição e a armadilha da subdeclaração 85
3.2.. Regularização como instrumento de elisão fiscal legítima 88
Conclusão…………………………………………………………………………………………….. 91
Referências………………………………………………………………………………………….. 93
COOPERATIVISMO E A LIVRE DISPOSIÇÃO DA PRODU-ÇÃO AGRÍCOLA: LIMITES DO ART. 83 DA LEI N. 5.764/1971 DIANTE DA RECENTE CRISE DE INADIMPLEMENTOS NA CADEIA PRODUTIVA DO CAFÉ……….. 97
Fernanda da Rocha Freitas | Marcus Vinícius Magalhães Cecílio Ribeiro
Introdução…………………………………………………………………………………………… 99
1.. Da autorização normativa da Lei n. 5.764/1971, do recente precedente e da sugestão de alteração legislativa…………….. 102
1.1.. Do art. 83 da Lei n. 5.764/1971 e da prerrogativa legal sobre a livre disposição da produção pelas cooperativas………. 102
1.2.. Do recente julgado do Tribunal de Justiça de Minas Gerais………………………. 104
1.3.. Da necessária limitação legislativa à livre disposição……………… 107
Conclusão…………………………………………………………………………………………… 110
Referências……………………………………………………………………………………….. 112
A ESTABILIDADE GESTACIONAL NOS CONTRATOS DE DURAÇÃO LIMITADA NO AGRONEGÓCIO: LIMITES INTERPRETATIVOS ENTRE O CONTRATO DE SAFRA E O TRABALHO TEMPORÁRIO………………………………………………………… 115
Fabiana Ribeiro Pereira | Renzo Siqueira de Godoy | Lucas Ribeiro Lima Albino
Introdução…………………………………………………………………………………………. 116
1.. O prazo contratual limita a estabilidade da gestante?……… 118
1.1.. Estabilidade da gestante. Conceito. Previsão legal……. 118
1.2.. Tema 497 STF. Ampliação do entendimento……………… 119
1.3.. Contratos de duração limitada: função jurídica………… 120
2.. É juridicamente adequado aproximar o contrato de safra e o trabalho temporário?…………………………. 122
2.1.. Contrato de Trabalho Temporário. Conceito. Lei n. 6.019/1974………………… 122
2.2.. Contrato de Safra. Conceito. Lei n. 5.889/73……………… 124
2.3.. Contrato de Safra e Contrato Temporário: diferenças e semelhanças…………….. 128
3.. A ampliação da proteção compromete a segurança jurídica nas contratações de duração limitada?………………………. 130
3.1.. Tensão: a proteção máxima à maternidade, a segurança jurídica e a previsibilidade contratual……………………….. 130
3.2.. A realidade do agronegócio. Tensão com a uniformidade jurisprudencial…………………………….. 133
Conclusão…………………………………………………………………………………………… 135
Referências ……………………………………….. 137
TERRA, FAMÍLIA E FUTURO: GOVERNANÇA FAMILIAR RURAL COMO INSTRUMENTO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL E CONTINUIDADE DA EMPRESA AGRÁRIA NO BRASIL…………………………………………… 141
Ana Laura Faleiros | Luís Henrique Castriota Pinto
Introdução…………………………………………………………………………………………. 143
1.. A empresa rural familiar e seus vínculos com a terra……… 145
2.. Governança familiar rural: fundamentos e instrumentos. 147
3.. O marco normativo ambiental e seus impactos na propriedade familiar 149
4.. Passivo ambiental e governança integrada: do protocolo incompleto à sucessão possível………………………….. 152
Conclusão…………………………………………………………………………………………… 156
Referências……………………………………………………………………………………….. 158
REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA RURAL NO TOCANTINS APÓS A ADI 7.550: LIMITES CONSTITUCIONAIS E IMPACTOS NA SEGURANÇA JURÍDICA AGRÁRIA………………… 163
Alexsandro Giembra | Buenã Porto Salgado
Introdução…………………………………………………………………………………………. 164
1.. A regularização fundiária e a função social da propriedade………………………………………… 167
1.1.. Regularização fundiária rural, função social da propriedade e competência legislativa……………………………………………………. 167
1.2.. O processo discriminatório das terras devolutas e a tutela do patrimônio público……………………………………. 168
1.3.. Instrumentos federais de regularização e seus limites……………………………………………………………………………………. 169
2.. A regularização fundiária e a função social da propriedade…………………………………………………………………………………. 170
2.1.. A ADI 7.550 e a inconstitucionalidade das leis tocantinenses………………………………………………………………………. 170
2.2.. Inconstitucionalidade por arrastamento e extinção do regime normativo estadual………………………………………………… 171
2.3.. Segurança jurídica, registradores e política agrária…. 172
3.. O arcabouço normativo do Tocantins e a tentativa de convalidação automática……………………………………………………… 173
3.1.. Repercussões práticas para a regularização fundiária no Tocantins……………………………………………………… 173
3.2.. O papel do Direito Registral na prevenção de fraudes e sobreposições……………. 173
3.3.. Desenvolvimento agrário, segurança jurídica e função socioambiental…………………………………………………… 175
Conclusão…………………………………………………………………………………………… 176
Referências ………………………………………………………………………………………. 177
CRÉDITO RURAL E COMPLIANCE AMBIENTAL: limites técnicos e jurídicos do sistema PRODES como condicionante para a concessão de crédito rural……………………………….. 179
Valéria da Ros Moresco | Francisco Torma
Introdução…………………………………………………………………………………………. 181
1.. O viés do direito ambiental aplicado ao crédito rural………. 182
2.. PRODES: funcionamento e finalidade da ferramenta………. 186
3.. A transição do uso: de ferramenta de política pública a instrumento de compliance ambiental……………………. 189
Conclusão…………………………………………………………………………………………… 195
Referências ………………………………………………………………………………………. 196
EM CONFORMIDADE COM A FUNÇÃO SOCIAL: REVISÃO CRÍTICA DOS FUNDAMENTOS DO DIREITO AGRÁRIO NOS CICLOS DO AGRARISMO BRASILEIRO…………………………………………………………….. 201
Julson Nélio de Lima Arantes Costa Filho |Albenir Itaboraí Querubini Gonçalves
Introdução…………………………………………………………………………………………. 203
1.. Fundamentos do direito agrário e a periodização do agrarismo brasileiro……. 205
1.1.. A autonomia do Direito Agrário e a função social como princípio gravitacional………………………………………. 206
1.2.. Os dois ciclos do agrarismo brasileiro…………………………. 207
2.. A função social da propriedade rural e a posse agrária…… 208
2.1.. Do direito de propriedade absoluto ao direito-função 209
2.2.. A posse agrária e a função social da posse………………….. 210
2.3.. A antinomia da propriedade produtiva e o esvaziamento da desapropriação-sanção…………………………………….. 212
3.. Da reforma agrária à regularização fundiária: a adequação dos fundamentos à conjuntura contemporânea…………………….. 213
3.1.. O esgotamento do paradigma redistributivo no segundo ciclo …………… 213
3.2.. A regularização fundiária rural como instrumento de efetivação da função social……………………….. 214
3.3.. A posse agrária funcionalizada como título legítimo à regularização……………………………………………… 216
Conclusão…………………………………………………………………………………………… 218
Referências ………………………………………………………………………………………. 219
O DIREITO DO CAFÉ ESPECIAL: INDICAÇÃO
GEOGRÁFICA, CONFORMIDADE ESG E A NOVA ECONOMIA CAFEEIRA 221
Mateus George Silva
Introdução ………………………………………………………………………………………… 222
1.. A blindagem do terroir: indicação geográfica e marcas coletivas……………………………………………… 224
1.1.. Natureza jurídica da Indicação Geográfica…………………. 224
1.2.. A Indicação de Procedência da Alta Mogiana como ato declaratório……………………………….. 225
1.3.. Parasitismo de origem e exigência de rastreabilidade………………………………… 225
1.4.. Arranjos Produtivos Locais, associações e substituição processual………………………….. 226
1.5.. A Dupla Camada Protetiva: IG e Marca Coletiva………… 227
2.. Sustentabilidade como barreira de entrada e diferencial de mercado…………………………….. 227
2.1.. Da voluntariedade à imperatividade contratual……….. 227
2.2.. A EUDR e o risco contratual na Alta Mogiana…………….. 228
2.3.. CPR Verde e pagamento por serviços ambientais…….. 229
2.4.. O produtor como sujeito central da nova economia cafeeira………………………………. 230
3.. Políticas de fomento e atração de investimentos………………. 231
3.1.. O Sebrae como agente de política agrícola………………….. 231
3.2.. Cooperativismo, Crédito ESG e o Funcafé……………………. 232
3.3.. Tecnologia como Instrumento Probatório………………….. 233
3.4.. Atração de Investimentos e Densificação do APL……… 234
3.5.. A lacuna jurisprudencial e o risco da subsunção ao Direito Comum ……………………………………. 235
Conclusão…………………………………………………………………………………………… 236
Referências ………………………………………………………………………………………. 237
ALONGAMENTO DA DÍVIDA RURAL – MCR 2.6.4 Análise dos requisitos para concessão do benefício e distribuição do ônus probatório…. 239
Rachel Vieira Pereira
Introdução…………………………………………………………………………………………. 240
1.. Da política agrícola e seus pressupostos …………………………….. 244
2.. Da especialidade do crédito rural………………………………………….. 246
3.. Das diretrizes previstas no manual de crédito rural – possibilidade de repactuação do cronograma de pagamento…………. 247
4.. Dos requisitos da norma para o alongamento da dívida rural. Análise do ônus probatório das partes…………. 251
4.1.. Da previsão normativa para prorrogação de dívidas vencidas. Inexistência de requisito temporal……………. 257
Conclusão…………………………………………………………………………………………… 259
Referências……………………………………………………………………………………….. 261
A PEQUENA E MÉDIA PROPRIEDADE AGRÁRIA NO BRASIL……………………………………….. 263
Darcy Walmor Zibetti
(In memoriam)
Antecedentes……………………………………………………………………………………. 263
Agricultura familiar………………………………………………………………………… 265
PRONAF……………………………………………………………………………………………… 265
Agroindústria familiar……………………………………………………………………. 266
Finalidade da pequena e média propriedade agrária……………. 266
Nota 1…………………………………………………………………………………………………. 267
Carta agrarista de Caxias do Sul em defesa da pequena e média propriedade agrária……………………………… 267
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