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A Dança de Relações e Experimentação

R$39,70

Categoria:
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Descrição

Emerson Camargo
ISBN: 978-85-61868-55-0
Número de Páginas: 198
Peso: 0,275

A obra aborda aspectos históricos e características das danças. Nela, por meio da associação de linguagens e técnicas diversas, são abordados os conceitos de inter-relação, investigação, experimentação, descoberta, criação, ensino, composição de movimentos e de coreografias, sempre de forma a analisar o resultado da forma estética de escolha do indivíduo e os mecanismos que podem contagiar o espectador. As ideias e conceitos são apresentados com base em estudos já conhecidos acerca do conceito proposto pela Etnocenologia – termo formulado por Jean-Marie Praider, em 1995 – , e também por meio de conceitos sobre a Dança Experimental, na quaI o criador (e/ou criadores) faz do seu trabalho uma busca de novos assuntos formais e de noções inusitadas e particulares da arte da coreografia, abrangendo as artes corporais que trabalham nos limites entre o teatro e a dança. Enfim, esta obra tem conteúdos para auxiliar na explicação da Dança de Relações e Experimentação (DRE), na qual o coreógrafo poderá ser o DJ, conduzindo sua obra como uma tracklist de sucesso.

CAPÍTULO I, 27
1. A Dança na História, a Dança Popular e a Dança da Cultura Negra, 27
1.1. A Dança na História, 27
1.2. A Era do Ballet, 28
1.3. A Dança Moderna e Contemporânea, 29
1.4. A Dança Jazz, 32
1.5. A Dança a Dois, 36
1.5.1. A diferença entre o abraço e o enlaçado na dança a dois, 39
1.6. A Chegada da Dança no Brasil, 41
1.7. A Dança Feita nas Ruas, 42

CAPÍTULO II, 45
2. Sobre as Danças Urbanas, Suas Origens e Curiosidades, 45
2.1. O Surgimento do Hip Hop a Partir da Break Beat, 45
2.2. Sobre a Cultura Hip Hop e suas Danças Originais, 49
2.3. A Nova Escola das Danças de Rua, 51
2.4. A Chegada do Hip Hop no Brasil, 57
2.5. O Nascimento da Nova Escola das Danças de Rua no Brasil, 58
2.6. Coreografias das Danças de Rua no Brasil, 62
2.7. A ‘Organização’ das Danças de Rua, 68

CAPÍTULO III, 71
3. Sobre as Danças Urbanas, Danças de Rua e suas Divisões, 71
3.1. Danças de Rua com Origem nos EUA, 71
3.1.1. Social Dance, 72
3.1.2. B. Boyin’ ou Breakin’, 73
3.1.2.1. Top Rocking, 79
3.1.2.2. Drop, Droping ou Down, 79
3.1.2.3. Footwork, Floor Dance ou Downrockin’, 79
3.1.2.4. Freeze, 80
3.1.2.5. Powermoves ou Spinning, 80
3.1.2.5.1. Windmills, 80
3.1.2.5.2. Backspin, 81
3.1.2.5.3. Headspin, 81
3.1.2.5.4. Handspin, 81
3.1.2.5.5. Sonic, 81
3.1.2.5.6. Thomas Flair ou Flare, 81
3.1.3. Rockin’, Brooklyn Rock ou Up Rocking, 82
3.1.4. Lockin’, 83
3.1.4.1. Box split, 84
3.1.4.2. Hop kick, 84
3.1.4.3. Lock, 84
3.1.4.4. Scootbot, 85
3.1.4.5. Scooby Doo, 85
3.1.4.6. Scooby Walk, 85
3.1.4.7. Stomp The Cockroach, 85
3.1.4.8. Stop and Go, 85
3.1.4.9. Whicha Way, 85
3.1.4.10. Wrist Twirl, 86
3.1.4.11. Uncle Sam Points, 86
3.1.5. Poppin’ ou Electric Boogaloo, 86
3.1.5.1. Animation, 88
3.1.5.2. Dime Stopping, 89
3.1.5.3. Electric Boogaloo ou Boogaloo, 89
3.1.5.4. Floating, Sliding e Gliding, 89
3.1.5.5. Liquid Dancing, 89
3.1.5.6. Popping ou Hitting, 90
3.1.5.7. Puppeting, 90
3.1.5.8. Robot ou Botting, 90
3.1.5.9. Broken Robot, 91
3.1.5.10. Slow Motion, 91
3.1.5.11. Strobing, 92
3.1.5.12. Ticking, 92
3.1.5.13. Tutting ou King Tut, 92
3.1.5.14. Vibrating, 92
3.1.5.15. Waving, 92
3.1.5.16. Outras vertentes do Poppin’, 93
3.1.5.16.1. Isolation, 93
3.1.5.16.2. Digits, 93
3.1.6. Clownin’ ou Clown Dancing, 93
3.1.7. Crip Walk ou C-Walk, 95
3.1.7.1. The V, 97
3.1.7.2. The X Hop, 97
3.1.7.3. Heel Toe, 97
3.1.7.4. Snake Heel Toe, 98
3.1.7.5. Heel Hop, 98
3.1.7.6. Shuffle, Shuffle Kick, Shuffle Spin e Shuffle Hop, 99
3.1.8. Flexing, 99
3.1.9. Gangsta Walking, 99
3.1.10. House Dance, 100
3.1.11. Jacking ou Jackin’, 101
3.1.12. Jerkin’, 102
3.1.13. Krumpin’, 102
3.1.13.1. Chest Hits, 106
3.1.13.2. Arm Throws, 106
3.1.13.3. The Jab, 107
3.1.13.4. Delayed Arm Swing, 107
3.1.13.5. The Bump, 107
3.1.13.6. Tricks, 107
3.1.13.7. Travelling, 107
3.1.13.8. Ground Moves, 108
3.1.13.9. Breakdowns, 108
3.1.13.10. Kill Offs, 108
3.1.13.11. Sync Moves, 108
3.1.13.12. Powermoves, 108
3.1.13.13. Find your Rhythm, 109
3.1.13.14. Bucking Up, 109
3.1.13.15. Balance, 109
3.1.14. Liquid Dancing ou Liquidin’, 109
3.1.14.1. Hand Flow ou Fluxo das Mãos, 110
3.1.14.2. Rails ou Corrimão, 110
3.1.14.3. Waves ou Ondas, 110
3.1.14.4. Traces ou Sinais, 111
3.1.14.5. Theads ou Linhas, 111
3.1.14.6. Contours ou Contornos, 111
3.1.14.7. Splits ou Fendas, 111
3.1.14.8. Builds ou Construções, 111
3.1.14.9. Gears ou Equipamentos, 112
3.1.15. Lyrical Hip Hop, 112
3.1.16. New Orleans Bounce, 113
3.1.17. Step Dance ou Stepping, 114
3.1.18. Street, 115
3.1.19. Street Jazz, 116
3.1.20. Tricking, 118
3.1.21. Turfing, 118
3.1.22. Tuttin’ and Finger Tuttin’, 118
3.1.22.1. Boxing ou Caixa, 120
3.1.22.2. Fixed Line ou Linha Definida, 120
3.1.23. Wacking ou Waacking, 121
3.1.24. Vogue, Vogue In Dance ou Voguing, 121
3.2. Danças de Rua com Origem em Outros Países, 123
3.2.1. Dancehall, 124
3.2.1.1. Step Away, 126
3.2.1.2. Santa Bounce, 127
3.2.1.3. Air Force One, 127
3.2.1.4. Chaplin, 127
3.2.1.5. Pon Di River, 127
3.2.1.6. Give Them a Run, 128
3.2.1.7. Badda Dance, 128
3.2.1.8. Swing Song, 128
3.2.1.9. On The Line, 128
3.2.2. Experimental (Europa), 129
3.2.3. Jumpstyle, 129
3.2.4. Kuduro, 129
3.2.5. Melbourne Shuffle, 130
3.2.6. Ragga Jam, 131
3.2.7. Rebolation ou Revolution Rebolation, 131
3.2.8. Smurf Dance, 132
3.2.9. Street Fusion Jazz Dance, 133
3.2.10. Tecktonik (TCK), 134
3.3. Conceito do Freestylin’ e o Contínuo Processo de Hibridação Técnica, 134
3.3.1. Goodfoot, 138
3.3.2. Funky Chicken, 138
3.3.3. Funky Robot, 139
3.3.4. Bob Brown, 139
3.3.5. Foto, 139
3.3.6. Loose Kicking, 139
3.3.7. Street Move, 139
3.3.8. Robocop, 139
3.3.9. Robocop II, 140
3.3.10. Roger Rabbit, 140
3.3.11. Running Man, 140
3.3.12. Bismarkie, 141
3.3.13. Rock Steady, 141
3.3.14. Whuffle, 141
3.3.15. Harlem Shake, 142
3.3.16. Monastery, 142
3.3.17. Toe Wop, 143
3.3.18. Snap, 143

CAPÍTULO IV, 145
4. Entendendo a Dança de Relações e Experimentação, 145
4.1. Conceito e Apresentação, 145
4.2. Aquisição de Técnica, 149
4.3. Características e Questionamentos, 151
4.3.1. Valores, 152
4.3.2. Diversidade e Hibridismo, 153
4.3.3. Estrutura, 154
4.3.4. Composições espaciais e de movimento, 157
4.4. A Pesquisa, Investigação e a Experimentação, 159
4.4.1. Qualidade de movimento, 159
4.4.2. Percepções espaciais, 162
4.4.3. Transporte de planos espaciais e o uso dos níveis, 167
4.4.4. A dinâmica da expressividade, 171
4.4.5. Tema ou intenção coreográfica, 172
4.4.6. O intérprete-criador e a composição de movimentos, 174
4.5. Sampleando, 175

CONSIDERAÇÕES FINAIS, 183
REFERÊNCIAS, 191
Vídeos, 194
Internet, 195

Emerson Camargo Bailarino | Dançarino | Instrutor Professor | Coreógrafo.

Autodidata nas técnicas de Desenho Artístico e de Ilustração desde os anos 70.Cursado com diversos pesquisadores, professores e coreógrafos nacionais e internacionais nas modalidades de Jazz Dance, Ballet Clássico, Dança Contemporânea, Hip hop/ Street Dance, Composição Coreográfica, Elementos Acrobáticos e Circenses, Interpretação teatral, Cenografia, Figurino e Iluminação, além, de estudos em Artes Plásticas desde a infância.Começou a dançar em 1983/ 1984 com o surgimento da Breakdance no Brasil e formação profissional na área a partir de 1993. Diretor e coreógrafo da Inspiration Companhia de Dança e Inspiration Street Gang de 1996 a 2008.

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