Descrição
Luiz Gustavo de Andrade | Roosevelt Arraes | Bruno Martins | Raimundo Augusto Fernandes Neto
ISBN 978-65-5765-322-7
342 p.
0.570 g
R$197,00

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Luiz Gustavo de Andrade | Roosevelt Arraes | Bruno Martins | Raimundo Augusto Fernandes Neto
ISBN 978-65-5765-322-7
342 p.
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Há obras que nascem do reconhecimento. Há homenagens que se constroem ao longo de anos, artigo por artigo, audiência por audiência, decisão por decisão. Esta é uma delas. Temas Atuais de Direito Eleitoral e Político: Estudos em Homenagem ao Dr. Joelson Dias é muito mais do que um livro jurídico. É a expressão coletiva de uma geração de juristas, operadores do direito e pesquisadores que encontraram, no exemplo de Joelson Costa Dias, a inspiração para acreditar que o Direito pode – e deve – ser instrumento de transformação social.
Esta obra, organizada pelos professores Luiz Gustavo de Andrade, Roosevelt Arraes, Bruno Martins e Raimundo Augusto Fernandes Neto, reflete precisamente essa amplitude de compromissos. Dividida em duas partes – Política, Direito e Democracia e Direito Eleitoral e Inclusão –, reúne vozes diversas em torno de temas que o próprio homenageado ajudou a colocar na agenda jurídica brasileira: a responsabilização por fraudes às cotas de gênero, a acessibilidade do ambiente eleitoral, a exclusão histórica da cidadania feminina, a inteligência artificial como risco à democracia, os limites constitucionais dos partidos políticos e os desafios da representação plural. Cada capítulo é, à sua maneira, um diálogo com a construção intelectual de Joelson Dias.
– Sarah Campos
Doutoranda em Ciências Jurídico-Políticas pela Universidade de Lisboa. Mestre em Direito Administrativo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Procuradora-Geral do Município de Contagem/MG. Presidente do Fórum Nacional de Procuradores Gerais das Capitais e Grandes Cidades Brasileiras (FNPGC). Membro da Comissão de Jurimetria do Observatório da Democracia da Advocacia-Geral da União. Membro da Conferência Americana de Organismos Eleitorais Subnacionais pela Transparência Eleitoral (CAOESTE). Ponto Focal Governamental na Open Government Partnership (OGP). Advogada.
ENSAIO
PARTIDOS POLÍTICOS EM TRÊS NOTAS CRÍTICAS: alijamento do controle de constitucionalidade, autarquização e deslealdade à nação – 23
Ruy Samuel Espíndola
1 Introdução – 23
2 A ameaça legislativa à legitimidade constitucional dos partidos políticos – 25
3 A autarquização dos partidos políticos – 27
4 O dever de fidelidade à soberania nacional – 28
5 Conclusão – 29
Referências – 30
Parte I
POLÍTICA, DIREITO E DEMOCRACIA
HOMENAGENS
Leonardo Spencer Oliveira Freitas – 32
Carlos Medrado – 32
Juliana Ribeiro Bastos – 32
CONTROLE EXTERNO E ELEGIBILIDADE: a influência das decisões dos Tribunais de Contas na vida política dos gestores – 33
Larissa Mesquita França
1 Introdução – 33
2 A função do controle externo no julgamento das contas – 34
3 O reflexo da rejeição das contas para a decretação de inelegibilidade pela Justiça Eleitoral – 37
3.1 Conceituação e hipóteses de inelegibilidade – 38
3.2 Procedimento de análise dos requisitos para declaração da inelegibilidade – 40
3.3 Relação da improbidade administrativa com as inelegibilidades – 44
4 Conclusão- 45
Referências – 46
HOMENAGENS
Vania Aieta – 49
Renato Coelho – 49
INELEGIBILIDADE DECORRENTE DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA E AS ALTERAÇÕES DA LC N. 219/2025: desafios à sua aplicação – 51
Boriska T. Peiró Cauhi
1 Introdução – 51
2 Inelegibilidade x suspensão dos direitos políticos na improbidade administrativa – 52
2.1 Previsão constitucional e infraconstitucional – 52
2.2 Evolução das inelegibilidades e a Lei Complementar n. 64/1990 – 53
3 Inelegibilidade decorrente de improbidade administrativa – 55
3.1 Improbidade administrativa e as Leis n. 8.429/1992 e n.14.230/2021 – 55
4 Alterações da Lei Complementar n. 219/2025 referentes a improbidade administrativa – 57
4.1 Novos requisitos inseridos no artigo 1º, alínea “l” – 59
4.2 Desafios no enquadramento da improbidade como causa de inelegibilidade – 61
5 Conclusão – 64
Referências – 65
HOMENAGEM
Ademar Borges de Paula Silva – 69
CONTROLE JUDICIAL DO PROCESSO DE IMPEACHMENT – 71
Meyrion Eduarda Veiga Aparicio
1 Introdução – 71
2 Crimes de responsabilidade e impeachment – 72
3 A atuação do STF no impeachment de Collor – 74
4 A ADPF 378 – 77
5 A atuação do STF no impeachment de Dilma Rousseff – 80
6 Conclusão – 84
Referências – 85
HOMENAGEM
Luiz Fernando Casagrande Pereira – 87
DEMOCRACIA E PLURALIDADE REPRESENTATIVA: um estudo sobre a sobreposição de minorias na formação do sujeito político coletivo – 89
Fábio Lobato Garcia
1 Introdução – 89
2 Democracia e representação política – 92
2.1 Crise da representação e fragmentação do espaço político – 93
2.2 Minorias, identidade e ação coletiva – 95
2.3 Definições de minoria de gênero, política, racial, religiosa, social e territorial – 97
2.4 Pluralismo, multiculturalismo e políticas de reconhecimento – 99
2.5 Paradoxos do reconhecimento: quando a afirmação identitária conflita com a representatividade – 100
2.6 Representatividade, legitimidade e formas de participação – 102
3 Conclusão – 103
Referências – 104
HOMENAGEM
Tatiana Kolly Wasilewski Rodrigues – 107
PESQUISA ELEITORAL E A LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS – 109
Marcela Senise de Oliveira Martins
1 Introdução – 109
2 Pesquisa eleitoral – 110
3 Da Lei Geral de Proteção de Dados – 114
4 Do uso de banco de dados para obtenção de número telefônico para realizar as pesquisas eleitorais – 115
5 Conclusão – 120
Referências – 121
HOMENAGEM
Guilherme Isfer Garcia – 123
O PODER REGULAMENTAR DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL EM TEMPOS DE DESINFORMAÇÃO: análise crítica e limites constitucionais – 125
Ruy Fonsatti Junior
1 Introdução – 125
2 A arquitetura normativa do Direito Eleitoral brasileiro – 126
3 O poder regulamentar do TSE: fundamentos, requisitos e limites constitucionais – 126
4 A controvérsia doutrinária sobre a recepção constitucional – 127
5 As resoluções do TSE de 2020 e 2022: análise crítica – 128
5.1 A Resolução n. 23.610/2019 e suas alterações – 129
5.2 A Resolução n. 23.714/2022: o ponto de inflexão – 130
5.3 Os desafios práticos da aplicação das resoluções – 132
5.4 A posição do Supremo Tribunal Federal – 133
5.5 O risco de precedente perigoso – 134
6 Perspectivas internacionais: como outras democracias lidam com o problema – 135
6.1 A abordagem europeia: legislação horizontal e corregulação – 135
6.2 O modelo de Taiwan: democracia participativa mediada por tecnologia – 136
6.3 As lições da comparação – 137
7 O dilema aberto: tecnologia, legislação e democracia – 137
8 Conclusão- 138
Referências – 139
HOMENAGENS
Julia Matos – 141
Frederico Rafael Martins de Almeida – 141
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E MANIPULAÇÃO INFORMACIONAL: riscos à democracia e medidas de controle no Direito Eleitoral – 143
Eduardo Loiola da Silva
1 Introdução – 143
2 Inteligência Artificial e o novo ecossistema eleitoral – 144
3 Deepfakes e a fabricação da realidade eleitoral – 146
4 Bots, automação política e manipulação do debate público – 148
5 Fake news, desinformação e persuasão algorítmica – 148
6 Desafios regulatórios do direito eleitoral brasileiro – 149
7 O equilíbrio entre liberdade de expressão e proteção do processo eleitoral – 151
8 Conclusão – 153
Referências – 154
HOMENAGEM
Sidney de Sá Neves – 155
A APLICAÇÃO DA NORMATIVA ELEITORAL ESTATAL EM ELEIÇÕES ASSOCIATIVAS: a eficácia horizontal dos direitos políticos e a parametrização da democracia em entidades privadas – 157
Paulo Henrique Golambiuk
1 Introdução – 157
2 Marco teórico: a constitucionalização do direito privado e os direitos políticos – 159
2.1 A eficácia horizontal dos direitos fundamentais (drittwirkung) – 159
2.2 A construção doutrinária do Direito Processual Eleitoral Não-Estatal – 161
3 Análise setorial a partir de casos paradigmáticos – 164
3.1 Eleições sindicais e jurisdição trabalhista – 164
3.2 Associações civis e clubes desportivos: autonomia x intervenção – 165
4 Soluções procedimentais e instrumentos de controle: o possível uso da arbitragem como mecanismo de pacificação – 166
5 Conclusão – 167
Referências – 168
HOMENAGEM
Ruy Samuel Espíndola – 171
FAKE NEWS E ABUSO DE PODER: quando a manipulação informacional se transforma em ilícito eleitoral – 173
Raimundo Sérgio Sales Cafezeiro
1 Introdução – 173
2 Fake news como ferramenta de manipulação eleitoral: gênese,
dinâmica e efeitos – 176
3 Abuso de poder no Direito Eleitoral contemporâneo: bases normativas e reconstrução jurisprudencial – 179
4 Manipulação informacional com ilícito eleitoral: enquadramentos, desafios probatório e respostas institucionais – 183
5 Conclusão- 187
Referências – 188
HOMENAGEM
Joyce Dias – 193
INELEGIBILIDADE FUNCIONAL DOS VICES DOS CHEFES DO PODER EXECUTIVO À LUZ DAS JURISPRUDÊNCIAS DO STF E DO TSE – 195
Kaline Tavares de Lucena
1 Introdução – 195
2 Regramentos constitucionais sobre reeleição no Brasil – 196
3 Funções atribuídas aos vices da chefia do poder executivo – 198
4 Capacidade eleitoral passiva dos vices em suas funções de substitutos do chefe do poder executivo: tratamento jurisprudencial no STF e no TSE – 199
4.1 Sucessão dos chefes do poder executivo – 200
4.2 Substituição ocorrida no semestre anterior ao pleito – 203
4.3 Substituição ocorrida fora dos seis meses anteriores às eleições – 205
4.4 Temporariedade da substituição e precariedade da assunção da titularidade: casos excepcionais – 207
4.5 Sinalizações da necessidade de revisitação da matéria – 209
4.6 Recente posicionamento do STF: Recurso Extraordinário n. 1355228/PB – 212
5 Conclusão – 216
Referências – 217
Parte II
DIREITO ELEITORAL E INCLUSÃO
HOMENAGEM
Mariza de Melo Porto – 224
DESRESPEITO À COTA DE GÊNERO E A RESPONSABILIZAÇÃO INTERNA DOS DIRIGENTES PARTIDÁRIOS – 225
Carla Queiroz
1 Introdução – 225
2 Ações afirmativas de gênero e a defesa aos princípios constitucionais – 226
2.1 Atuação política e a edição da Lei n. 14.192/2021 – 230
3 O papel dos partidos políticos na Constituição de 1988 – 231
3.1 Autonomia dos partidos políticos – 232
4 Desrespeito à cota de gênero como violência política de gênero – 233
4.1 A Lei n. 14.192/21 e a obrigatoriedade dos partidos políticos no sancionamento interno de filiados em casos de descumprimento à cota de gênero – 235
5 Conclusão – 237
Referências – 237
HOMENAGEM
Wilma Chequer Bou-Habib – 239
VIOLAÇÃO À COTA DE GÊNERO NAS ELEIÇÕES DE 2024:análise da Súmula 73 do TSE – 241
Luciano P. Sepúlveda
1 Introdução – 241
2 Uma análise acerca da cota de gênero no Brasil – 243
3 Concepções acerca de fraude à cota de gênero – 245
4 Discussão acerca da Súmula n. 73 do Tribunal Superior Eleitoral – 247
5 Direito Eleitonal Sancionador à natureza jurídica perante a Súmula 73 do TSE – 248
6 Conclusão – 254
Referências – 255
HOMENAGEM
Leonardo Militão Abrantes – 259
O IMPACTO DA ACESSIBILIDADE DO AMBIENTE ELEITORAL NO DIREITO DE SUFRÁGIO – 261
Jaíne Hellen Machnicki
1 Introdução – 261
2 Democracia, representação política e o direito de sufrágio – 262
3 Acessibilidade no contexto eleitoral brasileiro – 265
4 Barreiras de acessibilidade e seus impactos no exercício do sufrágio – 269
5 Conclusão – 271
Referências – 273
HOMENAGEM
Claudia Aparecida de Souza Trindade – 275
RESPONSABILIZAÇÃO DO DIRIGENTE PARTIDÁRIO NAS FRAUDES À COTA DE GÊNERO: análise à luz da jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral e do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná – 277
Regiely Rossi Ribeiro
1 Introdução – 277
2 A cota de gênero no Direito Eleitoral brasileiro – 279
3 Súmula n. 73 do Tribunal Superior Eleitoral e a consolidação dos critérios de fraude – 281
4 A responsabilidade do dirigente partidário nas candidaturas fictícias – 283
4.1 Análise do Recurso Especial Eleitoral 0600722-53.2020.6.16.0026 do
Tribunal Superior Eleitoral – 288
4.2 Análise do Julgamento do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná do
Processo 0600467-61.2024.6.16.0183 – 291
5 Conclusão – 293
Referências – 294
HOMENAGEM
Angela Haonat – 295
EXCLUSÃO HISTÓRICA DA CIDADANIA FEMININA E OS LIMITES DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA – 297
Matteus Rodrigues Pinheiro
1 Introdução – 297
2 O sufrágio feminino no Brasil: da exclusão estrutural à disputa institucional pela cidadania política (1850–1932) – 299
3 O sufrágio feminino e os limites da democracia representativa no Brasil: entre inclusão formal e exclusão material – 303
4 Conclusão – 307
Referências – 308
HOMENAGENS
Beatriz Coelho Morais de Sá – 309
Helcio Xavier da Silva Júnior – 309
A SÚMULA N. 73 DO TSE E O ENFRENTAMENTO DAS FRAUDES ÀS COTAS DE GÊNERO NO BRASIL – 311
Mariana Tomé Pedroso
1 Introdução – 311
2 Breve histórico da participação política feminina e das cotas de gênero – 312
3 Fraudes às cotas de gênero: aspectos institucionais e jurisprudenciais – 314
4 A Súmula n. 73 do TSE: conteúdo, alcance e efeitos jurídicos – 317
5 Conclusão – 319
Referências – 320
HOMENAGENS
Sabrina Veras ……………………………………………………………………………………………….323
Luiz Gustavo de Andrade ………………………………………………………………………………..323
HETEROIDENTIFICAÇÃO PREVENTIVA E INTEGRIDADE ELEITORAL: combate à afroconveniência nas ações afirmativas raciais no processo eleitoral do Brasil – 325
Leonardo Santos de Souza
1 Introdução: racismo estrutural, o mito da democracia racial e a sub-representação política negra – 325
1.1 Medidas afirmativas no contexto eleitoral brasileiro – 328
2 A fragilidade da autodeclaração e o fenômeno da afroconveniência – 330
2.1 O racismo de marca (fenótipo) no Brasil – 331
3 A heteroidentificação como ferramenta preventiva de integridade eleitoral – 335
3.1 O procedimento de heteroidentificação complementar como solução prática e juridicamente viável – 336
3.2 Propostas complementares – 337
4 Conclusão – 339
Referências – 340
Luiz Gustavo de Andrade
Advogado e Professor. Doutorando em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Mestre em Direito pelo Centro Universitário Curitiba (UNICURITIBA). Diretor da Escola Paranaense de Direito (EPADI). Professor da Pós-Graduação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e da Escola do Ministério Público do Paraná (FEMPAR). Conselheiro Estadual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR). Membro e ex-Secretário-Geral da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Política (ABRADEP). Membro do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (IPRADE). Editor Executivo da Revista Paraná Eleitoral (TRE-PR). Membro Fundador do Instituto Mais Cidadania. Observador Internacional da Transparencia Electoral. Vice-Presidente Brasil da Conferencia Americana de Organismos Electorales Subnacionales por la Transparencia Electoral (CAOESTE). Sócio do escritório Zornig Andrade Advogados Associados.
Roosevelt Arraes
Advogado e Professor. Doutor em Direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Mestre e Doutor em Filosofia Jurídica e Política pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Diretor da Escola Paranaense de Direito (EPADI). Vice-presidente da comissão de Direito Eleitoral da Ordem dos Advogados do Paraná (OAB-PR). Coordenador de Direito Eleitoral da Escola Superior da Advocacia (ESA OAB-PR). Membro Fundador e Diretor Jurídico do Instituto Mais Cidadania. Membro do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (IPRADE). Coordenador de Comunicação da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP). Observador Internacional da CAOESTE e da Transparencia Electoral. Sócio fundador da Arraes & Carboni Sociedade de Advogados.
Bruno Martins
Advogado e Palestrante. Ex-Desembargador do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), Mestre Universidad de Girona (Espanha) e Doutor em Direito Universidad Católica de Santa Fe (Argentina). Pós-Doutor em Ciência e Inteligência Artifi cial pela Washington & Licoln University. Membro da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Política (ABRADEP). Coordenador do Programa de Mestrado em Direito Eleitoral e Político da Washington & Licoln University. Membro da Conferencia Americana de Organismos Electorales Subnacionales por la Transparencia Electoral (CAOESTE).
Raimundo Augusto Fernandes Neto
Advogado e Professor. Doutor em Direito Constitucional e Teoria Política pela Universidade de Fortaleza (Unifor). Mestre em Direito e Desenvolvimento UNICHRISTUS. Professor de Pós-graduação em Direito Eleitoral da UNICHRISTUS e UNIFOR. Pesquisador Visitante na Universidade de Florença, ITÁLIA. Foi Presidente da Comissão de Direito Eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil do Ceará (OAB-CE). Membro da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Politico (ABRADEP). Membro do Grupo de Pesquisa e Extensão AGORA da Universidade Federal do Ceará (UFC). Membro do Grupo de Pesquisa Relações Econômicas, Políticas, Jurídicas e Ambientais na América Latina, a Universidade de Fortaleza (UNIFOR). Membro da La Conferencia Americana de Organismos Electorales Subnacionales por la Transparencia Electoral (CAOESTE). Professor do Programa de Mestrado da Washington & Licoln University. Observador eleitoral internacional. Sócio Majoritário da Advocacia Associada Fernandes Neto.
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