Descrição
Marco Túlio Ribeiro Fialho – Organizador
ISBN: 978-65-5765-334-0 | 2026
300 p.
0.505 g.
R$137,90

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Marco Túlio Ribeiro Fialho – Organizador
ISBN: 978-65-5765-334-0 | 2026
300 p.
0.505 g.
Levar uma empresa para fora do país deixou de ser privilégio de grandes corporações. Hoje, o pequeno e o médio empresário
exportam, contratam, licenciam marcas e disputam mercados além das fronteiras — e descobrem, muitas vezes tarde, que
cada uma dessas decisões obedece a regras próprias, nem sempre familiares.
Esta obra reúne onze estudos em torno das quatro perguntas que todo negócio internacionalizado precisa responder: como
contratar através de fronteiras, como enfrentar a tributação, como proteger a marca e a inovação e como resolver os
conflitos que surgem longe de casa. Da common law norteamericana aos contratos de construção, dos tratados contra a
dupla tributação à Lei 14.754/2023, do registro internacional de marcas à arbitragem, à mediação e à integração do Mercosul, o
livro traduz temas complexos em ferramenta prática de decisão.
Nascida no Espírito Santo, a partir da Comissão de Direito Internacional da OAB/ES, esta é uma obra para o empresário que
quer alcançar o mundo — e para o advogado que o acompanha nessa travessia.
INTERNACIONALIZAÇÃO OPERACIONAL E
TRIBUTAÇÃO NOS EMIRADOS ÁRABES UNIDOS
APÓS A LEI N. 14.754/2023…………………………………………………………… 21
Marco Túlio Ribeiro Fialho
Sumário………………………………………………………………………………………………… 22
1… Introdução…………………………………………………………………………………….. 23
2… Internacionalização: por que e como as empresas cruzam a fronteira……………………………………………………………………………………… 24
2.1.. Critérios funcionais e os quatro vetores………………………….. 25
2.2.. Tipos societários no Brasil e nos Emirados Árabes Unidos 26
3… O regime brasileiro que molda qualquer estrutura………… 28
3.1.. Residência fiscal: morar não é residir………………………………. 28
3.2.. As duas portas da Lei n. 14.754/2023……………………………… 29
3.3.. A tributação dos dividendos: a Lei n. 15.270/2025………. 30
3.4.. Preços de transferência e o imposto mínimo global……… 30
3.5.. Transparência internacional………………………………………………. 31
4… O caso Nubank: a residência fiscal como variável de primeira ordem…………………………………………………………………………… 31
5… Os Emirados Árabes Unidos: internacionalização operacional e o golfo como plataforma regional……………… 33
5.1.. Mainland, free zone e o enquadramento da renda………….. 33
5.2.. Substância exigida e o tratado Brasil-Emirados…………….. 34
5.3.. A delistagem dos Emirados e a questão do regime privilegiado……………………………………………………………………………. 35
5.4.. O Golfo como plataforma regional…………………………………….. 36
6… Modelo proposto: arquitetura e critérios de decisão……… 36
7… Considerações finais………………………………………………………………….. 37
Referências…………………………………………………………………………………………. 38
CONTRATAÇÃO DE MÃO DE OBRA ESTRANGEIRA NO BRASIL: DESAFIOS, OPORTUNIDADES E ESTRATÉGIAS
PARA O EMPRESARIADO………………………………………………………………… 43
Camilla Cristie Silveira e Silva
Sumário………………………………………………………………………………………………… 44
1… Introdução…………………………………………………………………………………….. 45
2… Base legal da migração laboral no Brasil……………………………. 47
2.1.. Fundamentos constitucionais e legais da migração laboral …..47
2.2.. Estrutura do sistema migratório brasileiro: vistos, autorizações de residência e competências administrativas 49
3… Visto de trabalho e autorização de residência laboral…… 51
3.1.. Outros tipos de vistos e residências que permitem atividade laboral………………………….. 55
3.2.. Documentação e registro migratório no Brasil………………. 58
4… Principais desafios para a integração laboral de trabalhadores estrangeiros Brasil………………………………… 62
4.1.. Barreiras linguísticas, culturais e sociais…………………………. 63
4.2.. Desafios documentais e de regularização migratória……. 63
4.3.. Proteção trabalhista e prevenção da exploração laboral 64
4.4.. Revalidação de diplomas e desqualificação ocupacional 66
5… Conclusão………………………………………………………………………………………. 67
Referências…………………………………………………………………………………………. 68
REGISTRO DE MARCAS NO EXTERIOR: POR QUE PROTEGER ANTES DE ENTRAR NO MERCADO E COMO FAZER ISSO COM EFICIÊNCIA………………………………………………………………………………………….. 71
Renan Caseiro de Almeida
Sumário………………………………………………………………………………………………… 72
1… Introdução…………………………………………………………………………………….. 73
2… O princípio da territorialidade das marcas e seus fundamentos jurídicos……………………………………………………………… 74
3… Os riscos de ingressar em mercados estrangeiros sem proteção marcária……………………………………………………………………… 75
3.1.. Perda da própria marca: o sistema first-to-file………………. 76
3.2.. Custos elevados de recuperação……………………………………….. 76
3.3.. Rebranding forçado……………………………………………………………… 77
3.4.. Bloqueio de importações e operações comerciais…………. 77
3.5.. Responsabilidade contratual com parceiros locais……….. 78
3.6.. Estudo de caso: a disputa centenária pela marca Budweiser e o rebranding compulsório no mercado europeu…………. 78
4… O registro internacional de marcas: o protocolo de Madri e outros sistemas………………………………………………………………………… 81
4.1.. O Sistema de Madri e o Protocolo de Madri…………………….. 81
4.2.. Limitações do Sistema de Madri………………………………………… 82
4.3.. A Marca Comunitária Europeia e outros sistemas regionais…………………………………………………………………………………. 82
5… Como definir os países prioritários para o registro………… 83
5.1.. Mercados-alvo e operações planejadas……………………………. 83
5.2.. Cadeias de produção e fornecimento……………………………….. 84
5.3.. Mercados de risco elevado………………………………………………….. 84
5.4.. Potencial de crescimento e expansão estratégica…………. 84
6… Due diligence marcária como etapa prévia à internacionalização…………………………………………………………………… 85
7… Aspectos contratuais na proteção internacional da marca 86
8… A marca como ativo estratégico da internacionalização empresarial………………………………………………………………………………….. 87
9… Recomendações práticas para uma estratégia eficiente de proteção internacional……………………………………………………………… 88
10.. Conclusão………………………………………………………………………………………. 89
Referências…………………………………………………………………………………………. 90
BARREIRAS TÉCNICAS E SANITÁRIAS: MEDIDAS DE PROTEÇÃO À SAÚDE OU PROTECIONISMO COMERCIAL ILEGÍTIMO? A PIMENTA BRASILEIRA E O MERCADO DOS ESTADOS UNIDOS……………………………………………….. 93
Claudia Ferreira Garcia
Sumário………………………………………………………………………………………………… 94
1… Introdução…………………………………………………………………………………….. 95
2… Marco legal internacional: os acordos SPS e TBT da OMC 97
2.1.. O Acordo SPS e a soberania pautada na ciência……………… 98
2.2.. O Acordo TBT e as exigências técnicas de processamento 99
2.3.. Tensão entre segurança alimentar e protecionismo disfarçado………………………………………………………………………………. 99
3… A regulação norte-americana: o papel da FDA e o impacto
do FSMA………………………………………………………………………………………. 100
3.1.. A mudança de paradigma: da reação à prevenção………. 100
3.2.. O programa de verificação de fornecedores estrangeiros 101
3.2.1…… Controles preventivos e a figura do Preventive Controls Qualified Individual …………………………………………………………… 102
4… A regulação norte-americana: o papel da FDA e o impacto do FSMA…………………….. 103
4.1.. Fatores de contaminação: da colheita à secagem………… 103
4.2.. Pimenta-branca vs. pimenta-do-reino: o risco da maceração……………………………………………………………………………. 104
4.3.. O alerta de importação (Import Alert): a detenção sem exame físico………………………………………………………………… 104
4.4.. O labirinto jurídico-administrativo para a exclusão do alerta……………………………………………………………………………….. 105
4.5.. A problemática da prova e a ausência de contraprova.. 106
4.6.. Exigências laboratoriais: o programa LAAF e a norma ISO 17025……………………………………………………………….. 108
5… Barreiras como “trava”: custos e riscos na exportação de pimenta………………………………………………………………………………….. 109
5.1.. O custo inflexível da análise laboratorial………………………. 110
5.2.. Rejeição de lotes: dano emergente e prejuízo reputacional 110
5.3.. Assimetria regulatória e o pequeno produtor……………… 111
5.4.. O destino do lote condenado: o dilema entre a destruição e a reexportação…………………………………………………………………. 111
6… Barreiras como “trava”: custos e riscos na exportação de pimenta…………………………………………………….. 112
6.1.. As certificações de terceiros: o passaporte para o mercado global…………………………………………………………………… 113
6.2.. Rastreabilidade e tecnologia: a abertura de canais diretos 114
6.3.. O custo da conformidade: viabilidade econômica e o desafio do pequeno exportador…………………………………… 114
7… Considerações finais……………………………………………………………….. 115
Referências………………………………………………………………………………………. 117
MERCOSUL NA PRÁTICA: O QUE A INTEGRAÇÃO REGIONAL ENTREGA E O QUE AINDA REPRESENTA OBSTÁCULO PARA EMPRESA BRASILEIRA………………………………………………………………….. 119
Daniely dos Santos Ribeiro
Sumário……………………………………………………………………………………………… 120
1… Introdução………………………………………………………………………………….. 121
2… O Mercosul e a integração regional: fundamentos e impactos para empresa brasileira……………………………………… 122
2.1.. Origem histórica e formação do Mercosul…………………….. 122
2.2.. Objetivos econômicos e políticos do bloco……………………. 124
2.3.. Estrutura institucional e funcionamento………………………. 127
3… Benefícios do Mercosul e os desafios à efetividade da integração regional…………………………………………………………………. 130
3.1.. Competitividade e expansão comercial…………………………. 130
3.2.. Segurança jurídica nas relações comerciais………………….. 132
3.3.. Incentivos à cooperação econômica regional……………….. 134
3.4.. Desenvolvimento de cadeias produtivas integradas…… 135
4… Perspectivas futuras do Mercosul e a consolidação da integração regional……………………………………………………………. 137
4.1.. Modernização do bloco econômico………………………………… 137
4.2.. Novos acordos comerciais internacionais…………………….. 140
4.3.. Desafios para maior competitividade regional…………….. 142
4.4.. O futuro do Mercosul diante da economia globalizada. 145
5… Considerações finais……………………………………………………………….. 146
Referências………………………………………………………………………………………. 148
A LINGUAGEM GLOBAL DOS CONTRATOS DE CONSTRUÇÃO: VANTAGENS E DESAFIOS DOS CONTRATOS FIDIC…………………………………………….. 151
Igor Gimenes Alvarenga Domingues
Sumário……………………………………………………………………………………………… 152
1… Introdução………………………………………………………………………………….. 153
2… A linguagem global da construção: como os contratos FIDIC conquistaram o mundo………………………………………………. 155
3… Mais do que um contrato: o modelo de governança proposto pela FIDIC…………………………………………………………………. 159
3.1.. O contrato como instrumento de gestão do projeto (e não apenas de definição de direitos e deveres)………. 159
3.2.. O Engineer……………………………………………………………………………. 162
3.3.. Claims, notices, time bars e gerenciamento das reivindicações…………………………………………………………………….. 165
3.4.. DAAB e prevenção de disputas……………………………………….. 170
4… Por que escolher um contrato FIDIC?………………………………… 172
4.1.. Vantagens para financiadores e investidores……………….. 173
4.2.. Vantagens para contratantes…………………………………………… 174
4.3.. Vantagens para construtores…………………………………………… 174
4.4.. Vantagens para contratos públicos e projetos de infraestrutura……………………………………………………………………… 175
4.5.. A verdadeira vantagem: a capacidade de administrar a incerteza……………………………………………………………………………. 177
5… Desafios na implementação de um contrato FIDIC no Brasil 177
5.1.. O desafio de compreender que o FIDIC é um sistema… 177
5.2.. O risco dos contratos “sabor FIDIC”……………………………….. 180
5.3.. FIDIC Golden Principles e os limites das adaptações….. 182
5.4.. Entre a lógica FIDIC e a realidade brasileira…………………. 184
5.5.. O verdadeiro desafio: a incorporação de uma cultura contratual…………………………………………………………………………….. 187
6… Conclusão……………………………………………………………………………………. 189
Referências………………………………………………………………………………………. 190
ACORDOS DE MEDIAÇÃO COMERCIAL INTERNACIONAL E SUA EXEQUIBILIDADE NO BRASIL: OS DESAFIOS DA CONVENÇÃO DE SINGAPURA PARA O DIREITO EMPRESARIAL…………………………………………………………………………………. 193
Patricia Novais Calmon
Sumário……………………………………………………………………………………………… 194
1… Introdução………………………………………………………………………………….. 195
2… A mediação comercial internacional e o vácuo normativo na mobilidade transfronteiriça dos acordos………………………………………………… 197
2.1.. A mediação como método adequado de resolução de conflitos no comércio internacional: fundamentos e limitações………………………. 197
2.2.. O problema da exequibilidade transfronteiriça: a ausência de um regime multilateral antes da Convenção de Singapura……………… 199
2.3.. A Convenção de Singapura como resposta normativa: estrutura, âmbito de aplicação e reservas…………………….. 201
3… O regime brasileiro de eficácia de títulos estrangeiros diante do acordo de mediação comercial internacional 204
3.1.. Homologação de decisão estrangeira perante o Superior Tribunal de Justiça e título executivo extrajudicial estrangeiro: pressupostos………….. 204
3.2.. A natureza do acordo de mediação: distinção em relação à sentença judicial, ao laudo arbitral e ao contrato privado…………………………. 206
3.3.. Ordem pública e autonomia privada como vetores em tensão na execução transfronteiriça………………………… 207
4… A homologação ampliada como via de reconhecimento do acordo de mediação comercial internacional…………… 208
4.1.. A abertura normativa dos artigos 13 e 960, § 2º, do CPC/15 como vetores de acomodação convencional….. 208
4.2.. O conceito ampliado de jurisdição e a equivalência funcional do artigo 961, § 1º, do CPC……………………………… 209
4.3.. A paridade entre os métodos adequados de solução de controvérsias e a coerência sistêmica da homologação 212
4.4.. Implicações para a segurança jurídica no direito empresarial internacional………………………………………………… 215
5…… Conclusão…………………………………………………………………………………. 217
Referências………………………………………………………………………………………. 219
ARBITRAGEM INTERNACIONAL: POR QUE ESCOLHER E COMO INSERIR A CLÁUSULA CERTA NO SEU CONTRATO TRANSFONTEIRIÇO 223
Osires Ferreira Mendes Junior
Sumário……………………………………………………………………………………………… 224
1… Introdução………………………………………………………………………………….. 225
2… A arbitragem internacional no comércio transnacional 227
2.1.. Conceito, histórico e características da arbitragem internacional……………………………………………………………………….. 227
3… Por que escolher a arbitragem internacional?……………….. 232
3.1.. Neutralidade e imparcialidade………………………………………… 233
3.2.. Especialização técnica dos árbitros………………………………… 234
3.3.. Celeridade processual……………………………………………………….. 235
3.4.. Confidencialidade………………………………………………………………. 236
3.5.. Execução internacional da sentença arbitral………………… 236
3.6.. Limitações e desafios………………………………………………………… 237
4… A cláusula arbitral como mecanismo de gestão de riscos
contratuais…………………………………………………………………………………. 238
4.1.. Cláusula compromissória e compromisso arbitral……. 239
4.2.. O princípio da autonomia da cláusula arbitral…………… 241
4.3.. O princípio competência-competência (Kompetenz-Kompetenz)…………………………………………………… 243
4.4.. A cláusula arbitral como instrumento de governança contratual…………………………………………………………………………….. 244
5… Como inserir a cláusula certa no contrato transfronteiriço 245
5.1.. Elementos essenciais da cláusula arbitral…………………….. 245
5.2.. As cláusulas patológicas e seus riscos……………………………. 247
5.3.. Modelos de cláusulas arbitrais e sua atualização prática 248
5.4.. A escolha estratégica da sede arbitral……………………………. 248
5.5.. Checklist para advogados e especialistas em comércio exterior………………………………………………………………. 248
Referências………………………………………………………………………………………. 251
LGPD E GDPR NA EMPRESA INTERNACIONALIZADA:
COMO OPERAR DADOS TRANSFRONTEIRIÇOS SEM EXPOSIÇÃO JURÍDICA 255
Sara Barbosa Miranda
Sumário……………………………………………………………………………………………… 256
1… Introdução………………………………………………………………………………….. 256
2… Breve contexto sobre a internacionalização das relações empresariais e a universalidade do fluxo de dados……… 258
3… LGPD e GDPR em perspectiva comparada……………………….. 260
3.1.. Fundamentos e natureza jurídica da proteção de dados 260
3.2.. Âmbito de aplicação territorial e extraterritorial………… 261
3.3.. Bases legais, direitos dos titulares e estrutura de governança………………………………………………………………………….. 263
3.4.. Fiscalização e sanções: a Agência Nacional de Proteção de Dados e as autoridades europeias…………………………….. 264
4… Transferência internacional de dados: do regime de salvaguardas à adequação mútua Brasil-União Europeia 266
4.1.. O regime brasileiro: LGPD e a resolução ANPD n. 19/2024…………………………………………………………………………… 266
4.2.. O regime europeu: o GDPR e o legado Schrems…………… 267
4.3.. O divisor de águas: a decisão de adequação mútua Brasil-União Europeia (Resolução CD/ANPD n. 32/2026)…………….. 269
5… Big techs, marketing digital e inteligência artificial: novos vetores de exposição transfronteiriça………………………………. 271
5.1.. A empresa como cliente das big techs: nuvem, publicidade e redes sociais………………………………………………. 271
5.2.. Marketing digital, redes sociais e a regulação das plataformas: do Marco Civil aos temas 533 e 987 do STF e às DSA e DMA europeias… 273
5.3.. Inteligência artificial: decisões automatizadas, perfis e o (des)encontro regulatório entre o AI Act europeu e o
marco legal da IA brasileiro………………………………………………. 275
6… Mapeamento da exposição jurídica na empresa que opera ou pretende operar no Brasil e na União Europeia……………………………….. 277
7…… Conclusão…………………………………………………………………………………. 281
Referências………………………………………………………………………………………. 282
MERCADO NORTE-AMERICANO E A COMMON LAW: O QUE MUDA NOS CONTRATOS, NA RESPONSABILIDADE
E NA RESOLUÇÃO DE DISPUTAS…………………………………………………. 285
Gabriela Castilhos Lima
Sumário……………………………………………………………………………………………… 286
1… Introdução………………………………………………………………………………….. 286
2… A formação histórica do sistema jurídico norte-americano 288
2.1.. Origem e desenvolvimento na Inglaterra……………………… 288
3… A common law e o ambiente de negócios norte-americano 290
4… Contratos no mercado norte-americano………………………….. 291
4.1.. A centralidade do contrato na common law…………………. 291
4.2.. Interpretação contratual e limites da intervenção judicial 292
4.3.. Práticas contratuais frequentemente utilizadas nos Estados Unidos e a obrigação prévia da due diligence.. 293
5… Responsabilidade civil no sistema norte-americano……. 294
6… Resolução de disputas nos Estados Unidos……………………… 296
6.1.. O sistema judicial norte-americano………………………………… 296
6.2.. Arbitragem comercial e mediação de conflitos……………. 297
7… Impactos para empresas brasileiras e capixabas………….. 298
7.1.. Oportunidades e desafios para exportadores brasileiros 298
7.2.. Prestação internacional de serviços……………………………….. 299
8…… Conclusão…………………………………………………………………………………. 301
Referências………………………………………………………………………………………. 302
TRATADOS CONTRA A DUPLA TRIBUTAÇÃO: OS MÉTODOS DE ALÍVIO COMO INSTRUMENTOS DE REDUÇÃO DA CARGA FISCAL
NAS OPERAÇÕES INTERNACIONAIS……………………………………………………………………………. 305
Karen Rosa de Almeida | Marco Túlio Ribeiro Fialho
Sumário……………………………………………………………………………………………… 307
1… Introdução………………………………………………………………………………….. 307
2… A dupla tributação internacional………………………………………… 309
2.1.. Conceito: dupla tributação jurídica e econômica…………. 310
2.2.. Causas: o conflito entre os critérios de residência e de fonte e os seus efeitos sobre a operação internacional. 311
3… Os acordos para evitar a dupla tributação………………………. 312
3.1.. Natureza e finalidade………………………………………………………… 312
3.2.. O modelo da OCDE, o modelo da ONU e a postura híbrida brasileira……………………………………………………………….. 313
3.3.. A rede brasileira de tratados e a distinção em relação aos acordos de reciprocidade………………………………………….. 314
4… Métodos de alívio e a redução da carga fiscal…………………. 316
4.1.. O método da isenção e o método da imputação (crédito de imposto)………………………………………………………….. 316
4.2.. A limitação das alíquotas na fonte: dividendos, juros e royalties…………………………………………………………………………….. 317
4.3.. Substância e requalificação: a distribuição disfarçada de lucros………………………………………………………………………………. 319
4.4.. A importância dos protocolos………………………………………….. 321
5… Aplicação prática: cálculo da carga efetiva com e sem tratado………………………………………………………………………………… 322
5.1.. Premissas do cálculo…………………………………………………………. 322
5.2.. Cenário 1 – quando o tratado reduz a carga total………… 323
5.3.. Cenário 2 – quando o tratado apenas reparte a arrecadação…………………………………………………………………………. 324
5.4.. Cenário 3 – dividendos de saída e o teto como limite, não como piso 325
5.5.. Síntese comparativa………………………………………………………….. 326
6…… Considerações finais……………………………………………………………… 326
Referências………………………………………………………………………………………. 328
Marco Túlio Ribeiro Fialho, organizadordesta obra, é advogado,especialista em Direito Público e
Tributário e mestrando em Ciências Contábeis e Finanças pela Fucape Business School. Preside a Comissão de Direito Internacional
da OAB/ES e é sócio fundador do Ribeiro Fialho Advogados, com atuação internacional
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